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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Ele tirou a vida de 49 mulheres e às serviu em festas. A história por trás deste homem é inquietante.



Robert Pickton, 68 anos, ainda está na prisão por ter matado 49 mulheres e, em seguida, triturando seus restos em pedaços em sua fazenda, que ele chamou de 'Piggy Palace', em português, “Palácio dos Porcos”.









Robert “Willie” Pickton nasceu em 1949, em Port Coquitlam, Canadá. Virou fazendeiro ao herdar, junto com um irmão e uma irmã, a criação de porcos dos pais, quando eles morreram na década de 1970. Apesar do convívio diário com os irmãos, Robert levava a fama de quieto e solitário. Em 1996, Robert e o irmão fundaram uma suposta organização de caridade que organizava eventos em um celeiro. De beneficente, as festas não tinham nada, eram regadas a álcool e serviam como point para prostitutas. Era aí que Pickton “pescava” a maioria das vítimas.


Assim como o irmão David, Robert tinha longa ficha na polícia. Em 1997, o fazendeiro tentou assassinar uma prostituta a facadas. A garota, Wendy Eistetter, foi algemada, mas escapou depois de atacar Pickton com uma faca. Uma testemunha tentou incriminar Robert, que acabou solto ao pagar fiança de US$ 2 mil.
Um dos “cães de guarda” da propriedade era um porco enorme com mais de 270 kg que avançava e mordia sob comando, como um cachorro treinado. Pickton esquartejava garotas e jogava os pedaços aos porcos. Os porcos da fazendo traçavam os restos mortais, ocultando os cadáveres.


Em 2002, uma acusação de porte ilegal de armas serviu de pretexto para a investigação da fazenda. O mandado foi conseguido após o depoimento de um ex-empregado dos irmãos, que já estavam na mira da polícia desde 1998, como suspeitos no desaparecimento de mulheres da região.


Os peritos forenses que vasculharam a fazenda constataram que Pickton usava um triturador de madeira para misturar carne suína e humana. Há fortes indícios de que Robert servia a carne moída nas festinhas do clube de caridade, além de ter vendido os restos mortais a clientes, incluindo policiais locais. Foram achados também restos de 30 mulheres em um freezer. Após 21 meses de investigação policial, as amostras de DNA das supostas vítimas foram comparadas com dados genéticos de uma lista de desaparecidos. Com base nos resultados, concluiu-se que os crimes rolaram entre 1997 e 2001. As autoridades abafaram a imprensa canadense e o caso foi pouco divulgado.


O assassino em série acabou confessando 49 homicídios a um policial à paisana que estava disfarçado como seu companheiro de cela. A Coroa reportou que Pickton disse ao polícia que queria matar outra mulher para fazer número certo de 50, e que foi apanhado porque foi "desleixado".


Ele foi condenado por assassinar seis prostitutas em 2007 e condenado à prisão perpétua sem liberdade condicional por pelo menos 25 anos. Ele também foi acusado de outras 20 mortes que não foram julgadas porque o juiz disse que incluíam evidências materialmente diferentes das outras seis contagens. A fazenda suburbana de Pickton tornou-se a maior cena de crime na história do Canadá.

Informações: Metro e Mundo Estranho
Edição: NC
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